
Os Kins são uma ponte para restabelecermos a nossa energia, para recordarmos quem somos e que energia ressonamos.

Revisando (https://terrabasetemponave.blogspot.com/2023/08/calatonia-cura-pelos-pes.html) a Calatonia é um método terapêutico, realizado por meio de toques sensíveis na pele, em áreas estratégicas do corpo, onde há concentração de receptores nervosos. A técnica foi desenvolvida pelo médico húngaro Pethö Sándor, quando cuidava de refugiados, pós-guerra. A estrutura do local e os recursos limitados, fizeram Sándor buscar maneiras alternativas para ajudar na saúde dos pacientes.
Com o passar do tempo, percebeu que a sensibilidade
tátil trazia alívio imediato e em alguns casos até relaxamento profundo para os
feridos. Neste período de peregrinação de fuga dos efeitos da guerra, Sándor
perdeu os pais e decidiu se mudar para o Brasil, instalando-se em São Paulo, no
ano de 1949. Terapeuta e professor iniciou diversos cursos em universidades
para profissionais da psicologia, repassando seus conhecimentos da Calatonia,
método que é usado até hoje em atendimentos psicoterapêuticos.
De modo geral a técnica consiste em uma série que
envolve nove toques e a sequência de toques é realizada onde se localizam as
articulações, em áreas com sensibilidade nervosa ou circulatória. O local para
os toques varia de acordo com o problema do paciente. O procedimento é
realizado em total silêncio, com duração de dois a três minutos em cada ponto
estratégico. O local principal são os pés, iniciando em cada um dos artelhos, dois
pontos da sola, depois calcanhares e tornozelos. Por fim, mais um toque no
início da barriga das pernas e em algumas situações um décimo toque é acrescido
na cabeça, mas precisamente na região da nuca. Os pacientes podem ficar
vestidos e se sentirem mais a vontade.
Em média a aplicação em cada ponto é feita de 2 a 3 minutos. Deve-se usar um óleo essencial de acordo com o dosha da pessoa para um relaxamento profundo durante a massagem. O tratamento dura em média dez sessões, podendo se estender conforme o paciente. A princípio, a Calatonia não possui contraindicação, mas deve ser realizada por um profissional especializado. A terapia tem sido utilizada como método auxiliar na psicologia, medicina, educação, reabilitação física.
A Calatonia traz benefícios
à medicina convencional; é eficaz em situações de tensão muscular, enxaquecas,
estresse, asma, alergias, distúrbios psicossomáticos, distúrbios glandulares e
obesidade. Pode ser usada em muitos casos (ataque cardíaco, estresse, artrite,
artrose, e problemas emocionais (pânico, depressão, crises de ansiedade).
Bjos no Coração
Namastê!
O segredo da terapia é o uso de toques sutis que estimulam nove pontos
onde há maior concentração de receptores nervosos ou circulatórios. São pontos
próximos aos meridianos, da medicina chinesa, ou mesmo da ayurvédica. Quando há
um estado de estresse, por exemplo, ocorre uma cascata de eventos bioquímicos e
biológicos que alteram o organismo, a Calatonia tem a função de reorganizar o
corpo por meio de toques simples, esses têm alto potencial da sensibilidade cutânea.
O profissional escolhe os pontos conforme o histórico de cada paciente e sua
evolução durante a terapia”, explica a naturóloga.
Os pontos se concentram na região dos pés, em cada um dos artelhos
(dedos dos pés), em dois pontos da sola dos pés, calcanhares, tornozelos além
de mais um toque no início da barriga das pernas. “Há também o décimo, aplicado
na nuca, mas é difícil usá-lo”. São feitos nessa área por uma simples razão.
Conforme a naturóloga, muitas pessoas têm resistência ao toque, o que não
acontece com os pés. Os pacientes podem ficar vestidos e se sentirem mais a
vontade.
Em média a aplicação em cada ponto é feita em três minutos. Em pessoas
com pressão baixa, Rosana sempre usa um óleo essencial de eucalipto, pois o
relaxamento profundo durante a massagem pode diminuir ainda mais a pressão. “O
número de sessões varia conforme o paciente geralmente é dez”, diz.
ocê já ouviu falar em Calatonia? É um método terapêutico, realizado por meio de toques sensíveis na pele, em áreas estratégicas do corpo, onde há concentração de receptores nervosos.
A técnica foi desenvolvida pelo médico húngaro Pethö Sándor, quando trabalhava em um hospital, na Alemanha, que cuidava de refugiados de Cruz Vermelha, pós-guerra. A estrutura do local e os recursos eram extremamente limitados, por isso Sándor buscou maneiras alternativas para ajudar na saúde dos pacientes. Com o passar do tempo, percebeu que a sensibilidade tátil trazia alívio imediato e em alguns casos até relaxamento profundo para os feridos. Foi assim que ficou conhecido na Alemanha como o “Dr. que tira a dor com as mãos”.
Neste período de peregrinação de fuga dos efeitos da guerra, Sándor perdeu os pais e decidiu se mudar para o Brasil, instalando-se em São Paulo, no ano de 1949. Terapeuta e professor, ele iniciou diversos cursos em universidades para profissionais da psicologia, repassando seus conhecimentos da Calatonia, que passou a ser conhecida pelos alunos como “método de relaxamento”. Sendo utilizado até hoje em atendimentos psicoterapêuticos.
De modo geral a técnica consiste em uma série que envolve nove toques. O procedimento é realizado em total silêncio, com duração de dois a três minutos em cada ponto estratégico. O local principal são os pés, iniciando em cada um dos artelhos, em dois pontos da sola dos pés, depois calcanhares e tornozelos. Por fim, mais um toque no início da barriga das pernas. Em algumas situações um décimo toque é acrescido na cabeça, mas precisamente na região da nuca.
A sequência de toques é realizada onde se localizam as articulações, em áreas com sensibilidade nervosa e/ou circulatória, área com acesso a processos ósseos e etc. O local para os toques variam de acordo com o problema do paciente.
A Calatonia a princípio não possui contraindicação, mas deve ser indicada por um profissional especializado. A técnica tem sido utilizada como método auxiliar na psicologia, medicina, educação, reabilitação física e etc.
É eficaz em situações de tensão muscular, enxaquecas, estresse, asma,
alergias, distúrbios psicossomáticos, distúrbios glandulares e obesidade.
Somos Guerreiros e embora nossa luta seja difícil, realizamos um maravilhoso trabalho. Todas as coisas que vemos diante de nós situam-se numa faixa vibracional que nos diz serem elas tudo o que existe. Foi realmente muito importante que experimentássemos existir num campo de dualidade, de maneira que pudéssemos enxergar o contraste, o que nos deu uma visão que não poderíamos ter vivenciado de outra forma.
Mal sabíamos que a principal intenção, ao nos propormos participar deste Jogo de "vestir o traje de ser humano", era viver neste contraste que nos permitiu a única possibilidade de ver e definir "Deus". E este é o próprio "grande lance" deste Jogo: estamos aqui em busca do Divino. Pois quando olhamos nos olhos de outra pessoa e sorrimos, vemos Deus e assim começamos a coletar dados, daquele momento em diante, a partir de nosso propósito de alma mais elevado, expressando a intenção de realizá-lo, algo que somente é possível através de um campo de dualidade, o qual nos propicia o contraste de que necessitamos.
Nós temos uma séria questão com a realidade - achamos que ela é "real", mas não é. Aquilo que concebemos como sendo "a realidade" é de fato a grande ilusão, o Maya; o próprio campo de dualidade é, em si mesmo, uma ilusão. Vivemos nossas vidas em função da contagem do tempo; a tarefa mais importante do hemisfério esquerdo do cérebro é exatamente marcar a passagem do tempo. e aquela parte de nosso cérebro assim registra e situa, numa linha temporal, tudo aquilo que vivenciamos. Todavia o próprio tempo também é apenas uma ilusão, algo que somente pode ser experimentado dentro de um campo de dualidade.
E foi apenas por causa desta ilusão da dualidade, que descendemos e fingimos ter um início e um fim, quando, em verdade, somos seres infinitos sem princípio e fim... possuímos uma pequenina bolha de biologia, a qual abriga nosso espírito pelo período de tempo suficiente que nos possibilite ver as coisas num campo de dualidade.
CONT...